Plano de Ensino-Aprendizagem do Componente Curricular

1 IDENTIFICAÇÃO DO COMPONENTE CURRICULAR
Componente Curricular:
Experiências do sensível
TIPO:   CCC: Conhecimentos ( )    |    CCP: Práticas (X)    |    CCL: Laboratórios ( )    |    CCR: Residência ( )
             CCE: Estágio ( )      |      CCA: Avaliação Autônoma de Aprendizagem ( )      |      CCX: Exame ( )
Código do CC;
ISC0007
Creditação (Equivalência no Sistema ECTS):
A ser preenchido pelo CONSUNI
Carga horária do CC com atividades na meta-presença da/o docente:
48 horas
Carga horária do CC em atividades extraclasse (até 20% do total do Conjunto do CC):
12 horas
Outros CCs que fazem parte do Conjunto do CC (preencha com os códigos, denominações e carga horária):

Carga horária total do Conjunto do CC:
60 horas
Articulador/a do Conjunto do CC:

Equipe Docente:
Aline Nunes – Anne Macedo - Augustin de Tugny  - Catarina Marcolin – Clarissa Santos – Cristiane Lima - Cristiano Longo – Isabel Belasco – Lina Faria –  Marcia Roner – Martin Domecq – Silvia La Regina - Stella Narita

2 EMENTA DO COMPONENTE CURRICULAR
Instruções: Descrever o resumo do conteúdo conceitual do CC na forma analítica, compreensiva ou mista.
Discussão, analise, comparação, e construção de experiências sensíveis destinadas a provocar e instigar a curiosidade e a construção de saberes de maneira interdisciplinar.
A relação com o território é o tema que perpassa as experiências do sensível e potencializa as subjetividades. 

3 OBJETIVO(S) GERAL(IS) DO COMPONENTE CURRICULAR:
Instruções: Apontar os objetivos a serem alcançados com o CC, descrevendo em termos de desempenhos observáveis. Iniciar a frase com um verbo no infinito e apresentar apenas 1 (um) objetivo por frase.
Constituir um espaço de experimentação do sensível como caminho fundamental para se relacionar e conhecer.

3.1 OBJETIVO(S) ESPECÍFICOS DO COMPONENTE CURRICULAR:
Instruções: Um ou mais para cada objetivo geral, relacionando com metas cognitivas, afetivas ou psicomotores.
Permitir a reconexão de elementos separados pela visão tradicional da ciência, quais corpo e mente, emoção e razão, cultura e natureza, arte e ciência.
Compreender a experiência sensível como desencadeadora das ações estéticas e das investigações científicas e humanísticas.
Desenvolver a sensibilidade às formas, aos símbolos, à vivência do território.
Construir um ambiente de sensibilidade no convívio que promova a ética e a solidariedade.
Contribuir com o processo de afiliação dos estudantes à UFSB.

4 PROCEDIMENTO PARA AVALIAÇÃO PROCESSUAL OU EXAMINAÇÃO, CONFORME FOR O CASO, DO COMPONENTE CURRICULAR:
Instruções: Informar os procedimentos avaliativos e critérios que serão utilizados na atribuição das notas e produtos que devem ser desenvolvidos pela/o estudante.
Presença e engajamento
Diário de bordo e autoavaliação
Proposta de exercício-dispositivo em grupo – grupos de 4 ou 5 estudantes devem elaborar um dispositivo- exercício propício à experiência do sensível. Essa proposta será realizada por outro grupo de estudante sorteado. Ao longo das várias sessões deve ser reservado um tempo de reflexão e elaboração desses exercícios.


5 BIBLIOGRAFIA BÁSICA DO COMPONENTE CURRICULAR:
Instruções: Apresentar no mínimo uma referência que esteja disponível na UFSB no formato eletrônico para todo o corpo discente. A coluna mais à direita do Quadro 1 pode ser preenchida com links e livros básicos que irão auxiliar as/os docentes e discentes no desenvolvimento das atividades de ensino-aprendizagem, como também material que possa apoiar estudos e pesquisas.
BADIOU, Alain.   Pequeno manual de inestética. Trad. Marina Appenzeller. São Paulo: Estação Liberdade, 2002.
DUARTE JÚNIOR, João Francisco. O sentido dos sentidos: a educação (do) sensível.
Disponível em:  http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/document/?code=vtls000211363&fd=y
RANCIÈRE, Jacques.    A partilha do sensível: estética e política.  Trad. Monica Costa Netto. São Paulo: Ed. 34, 2005. Disponível em: <https://we.riseup.net/assets/164394/partilha%20do%20sensivel%20ranciere.pdf>. Acesso em: 2 dez. 2011.

Biblioteca complementar
AGAMBEN, Giorgio.    O que é o contemporâneo? E outros ensaios. Chapecó, Argos, 2010
AGAMBEN, Giorgio.    Infância e história –Destruição da experiência e origem da história. Trad. Henrique Burigo. Belo Horizonte; editora UFMG, 2008.
BADIOU, Alain.   Oito teses sobre o universal. Trad. Norman Madarasz. 2004.
Disponível em: <http://estudosbadiouianos.files.wordpress.com/2012/12/badiou-oito-teses-sobre-o-universal.pdf>. Acesso em: 12 mar. 2013.
DANTO, Arthur. A transfiguração do lugar-comum: uma filosofia da arte. Trad. Vera Pereira. São Paulo: Cosac & Naify, 2005.
DIDI-HUBERMAN, Georges. Sobrevivência dos vaga-lumes. Trad. Vera Casa Nova e Márcia Arbex. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/114959127/Didi-Huberman-A-sobrevivencia-dos-vaga-lumes. Acesso em: 7 out. 2013.
GUIMARÃES, César; MENDONÇA, Carlos; SOUSA LEAL, Bruno [orgs.]. Entre o sensível e o comunicacional. Belo Horizonte, Autêntica, 2010
MATURANA, Humberto; VARELA, Francisco. De máquinas e seres vivos. Autopoiese – a organização do vivo. São Paulo; Artmed, 2002.
MATURANA, Humberto; VARELA, Francisco. A árvore do conhecimento. As bases biológicas da compreensão humana.Palas Athena, 2010.
RANCIÈRE, Jacques.    O mestre ignorante: cinco lições sobre a emancipação intelectual. Trad. Lilian do Valle. Belo Horizonte: Autêntica, 2002.Disponível em: <http://www.4shared.com/office/n_41eKs9/jacques_rancire_-_o_mestre_ign.html>. Acesso em: 2 dez. 2011.
VALÉRY, Paul.   Introdução ao método de Leonardo da Vinci. Trad. Geraldo Gérson de Souza. São Paulo: Ed. 34, 1998.
VALÉRY, Paul.   Degas Dança Desenho. Trad. Christina Murachco e Célia Euvaldo. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

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